quarta-feira, 17 de março de 2010

ABOUT ME

Não gosto de cores neutras. Nem de falta de opinião. Não gosto do verão, nem do inverno, na verdade, eu gostaria de ter minha própria estação. Prefiro atitude. Não gosto de antipatia, apesar de eu ser, ou melhor, conseguir passar muito bem isso. Me sinto péssima entre 10 pessoas, e uma nada, sozinha. Recuso carinho, mas sou carente. Não gosto de rir por futilidades, mas o sorriso no meu rosto.. é inevitável. Não acredito no amor, mas desejo muito encontrá-lo. Normalmente não sou bem vista, mas ainda sim com frequência, ouço meu nome. Puxar o saco definitivamente não é comigo, mas tentar agradar, é a minha cara. Sou durona por fora, sim, por fora. Amo chocolate, mas me sinto mal depois que como. Adoro pepsi, e me sinto muito.. muito normal quando bebo. As vezes passo a imagem de ser algo totalmente o contrário de mim, tento considerar isso bom. Sei dar atenção a quem merece. Sei ser eu mesma, com quem demonstra interesse em me conhecer realmente. Pra falar a verdade, nunca consegui me auto-definir. São apenas tentativas em vão.

sábado, 13 de março de 2010

''Fico aqui bolando planos mirabolantes, fico inconstante, pareço iniciante.''

Eu já fiz vários planos para meus dias. Fui dormir, pensando em fazer algo. Mas claro, não aconteceu. Já acordei, ainda sonhando, sonhando alto... planejando o resto da manhã, da tarde, da noite. Mas, nada se realizou. Tenho aprendido que tentar fazer uma agenda da vida, tentando adivinhar minuciosamente cada passo, pode ser apenas mais um grande erro. Porque se decepcionar com algo que não aconteceu, com um sonho que não se realizou, se pode-se ficar tão feliz por algo inesperado ter ocorrido? E é por isso, que passei a adorar surpresas. Não acredito que existam surpresas boas e ruins, elas sempre nos abrem novas portas, novas percepções, novas definições sobre várias teorias das quais as dúvidas vão se acumulando. São as surpresas, as atitudes, as palavras, os gestos.. é tudo aquilo que fazemos sem pensar muito, ou que nos fazem naturalmente. É como um filme, mas sem roteiro. Não é preciso decorar, nem se esforçar para sair o mais perfeito possível. Por que quando acaba você pede, implora, sofre, pra que volte. Não para ser melhor... mas para poder aproveitar ainda mais, cada segundo, cada milésimo, intensamente. COMO SE AINDA NÃO FOSSE SUFICIENTE. Como se precisássemos de mais. Ficar impaciente, angustiado, ansioso pela próxima surpresa quais todos adoraríamos sermos pregados. Viver com o tão falado friosinho na barriga, é concerteza saber viver.